“Mas ninguém entenderia. Então guardei pra mim...”

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Nem sempre ficamos com o amor de nossa vida...

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Isso os contos de fadas não contam!
Não podemos nos casar com a pessoa, passar nossa vida ao seu lado, segurar sua mão no seu leito de morte depois de uma vida vivida bem e vivida juntos.
Porque no mundo real, o amor não conquista tudo. Ele não resolve diferenças irreparáveis, não triunfa sobre doenças, não lança uma ponte sobre divergências religiosas e não nos salva de nós mesmos quando nos corrompemos.
Ás vezes o amor não é tudo que existe.
Às vezes você quer uma casinha no campo com três filhos e ele quer uma vida profissional agitada na cidade. Às vezes você tem um mundão inteiro para explorar e ele tem medo de sair de seu próprio quintal. Às vezes você tem sonhos maiores que os de seu amor.
Às vezes a coisa mais generosa e amorosa que você pode fazer é deixar o seu amor ir embora... Outras vezes, você não tem escolha.

Mas há outra coisa que as pessoas não lhe dizem sobre encontrar o grande amor de sua vida: o fato de você não passar o resto de sua vida com essa pessoa não diminui a importância dela.
Algumas pessoas você pode amar mais em um ano do que poderia amar outras pessoas em 50 anos. Algumas, podem lhe ensinar mais em um único dia que outras poderiam lhe ensinar durante uma vida inteira.
Algumas pessoas entram em nossa vida apenas por um período específico, mas têm um impacto que ninguém mais jamais poderá igualar ou substituir.
E como podemos deixar de chamar essas pessoas de qualquer outra coisa senão o grande amor de nossa vida?
Quem somos nós para minimizar sua importância, reescrever suas memórias, alterar as maneiras em que elas nos mudaram para melhor, apenas porque acabamos seguindo caminhos diferentes?
Quem somos nós para decidir que precisamos a todo custo substituí-las - encontrar um amor maior, melhor, mais forte, mais apaixonado que possamos agarrar por toda a vida?
Quem sabe devemos simplesmente sentir gratidão por termos podido conhecer essa pessoa, em primeiro lugar. Por ter tido a oportunidade de amá-la. Ter podido aprender com ela. Porque em algum momento, nossa vida pôde crescer e florescer porque a conhecemos.
Conhecer o grande amor de sua vida e deixá-lo ir embora não precisa ser a maior tragédia de sua vida.
Se você permitir, pode ser sua maior bênção.
Afinal, algumas pessoas nunca chegam a conhecer seu grande amor!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

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Sei você está se sentindo sozinha, não há ninguém que possa lhe entender e às vezes fica ruim até respirar. Você está sufocando o peso de todos esses anos e cada decisão errada.
Mas sei também que isso vai te fazer mais forte. Não é de um dia para o outro, nem de uma estação para outra que essa mudança vai ocorrer, aliás, é bem provável que você nem note o quanto mudou, mas acredite, algo dentro de ti, esse pequeno caco de vidro cheio de medos vai te tornar alguém incrível.
Eu sei disso, eu tiver a sorte de conhecer muitas mulheres e as mais incríveis dessas eram iguais a você: Elas sobreviveram aos piores dias antes de se tornarem a melhor versão delas mesmas.

Felipe Sandrin

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Ela acostumou-se a ser poesia, a enxergar poemas, a extrair delicadezas, a desejar gentilezas. E acabou calculando errado. Na sua mente tão congestionada, permitiu que ele, tão frio e errado, ali fizesse morada. Dentro do seu coração generoso, não cabiam dúvidas e divagações. E por isso ela insistia em ver nele versos que ele nunca soube ler. Ela teimava em ouvir dele poemas que ele nunca quis recitar. Ela esperava dele danças que ele nunca ousou convida-la para dançar. Ela dançava sozinha, escutando em seu ouvido canções que ela jurava que ele havia composto para eles, mas era tudo fruto de sua imaginação, de seu encanto pela vida, de sua alma colecionadora de ilusões.

Autor desconhecido

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Solidão


A gente se acostuma com a cama vazia e a acordarmos sós. O problema mesmo é quando nos acostumados com alguém ao lado, com o cheiro, o toque, o jeito de dormir.

A gente aceita a solidão até alguém surgir, até que a solidão tenha nome, manias e cheiro. Quando nossa solidão ganha rosto aí sim ela passa a doer de verdade.